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Artrite Reumatóide em cães

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Artrite Reumatóide em cães

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Artrite Reumatóide em cães

A artrite Reumatóide em cães pode ser de difícil diagnostico . O artigo abaixo pode ajudar porém puras causas devem ser excluídas como doença do carrapato e outras artrites infecciosas . O tratamento , além da medicação , envolve fisioterapia e acupuntura para ajudar a controlar e manter a qualidade de vida de nosso paciente.

Na fisioterapia podemos utilizar magnetoterapia, laser, eletroterapia, cinesioterapia e até mesmo hidroterapia para ajudar o cão nesta doença. A dor é um grande desafio e necessita da abordagem multimodal com acupuntura, medicação e cuidados paliativos.

Entre em contato e saiba mais : (011) 3862-6398 ou atendimento@fisioanimal.com

Magnetoterapia cão

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Fonte: laborlife veterinaria

ARTIGOS TÉCNICOS
ARTRITE REUMATÓIDE
auxílio laboratorial ao seu diagnóstico

Priscila do Amaral Fernandes
Elisangela Luiza de Souza
Problemas articulares em pequenos animais são frequentes na clínica veterinária. Entretanto, para obter-se um diagnóstico preciso, é necessária a interação entre os achados clínicos, radiográficos e laboratoriais, visando, com os resultados obtidos, uma melhor avaliação principalmente quando suspeita-se de Artrite Reumatóide.

A Artrite Reumatóide Canina é uma doença imunomediada rara, ocorrendo mais comumente em animais de pequeno porte com idade variando entre 8 meses e 8 anos. Manifesta-se clinicamente por claudicação, edema periarticular, efusão intra-articular, dores, mal estar, anorexia, linfadenopatia e, algumas vezes, febre. O envolvimento articular é mais grave nas articulações carpianas e tarsianas. Não há cura para a Artrite Reumatóide, sendo papel do médico veterinário reduzir a dor e a inflamação, preservar a função das articulações e evitar a incapacitação física.

Alterações Imunológicas:

Estímulos desconhecidos induzem a produção de anticorpos das classes IgG e IgM. Os anticorpos da classe IgG atualmente podem ser detectados em 70% dos casos de Artrite Reumatóide através do teste de aglutinação de látex (fator reumatóide ), desenvolvido especificamente para a espécie canina. Este teste pode apresentar positividade para outras patologias, tais como: Doença de Lyme, Lupus Eritematoso Sistêmico, Leishmaniose, Ehrlichiose e Micoplasmose, já que estas enfermidades podem causar uma poliartrite erosiva similar à encontrada na Artrite Reumatóide.

A presença de fator reumatóide positivo, isoladamente, não é suficiente para o diagnóstico da Artrite Reumatóide. Sinais radiográficos típicos e alterações articulares são necessários para dar suporte ao diagnóstico.

Outro teste de aglutinação de látex utilizado para auxiliar no diagnóstico de processos inflamatórios e imunomediados é a dosagem de proteína C reativa, que, sintetizada pelo fígado, ativa complemento e fagocitose.

Alterações Hematológicas:

O hemograma se apresenta normal ou pode refletir um processo inflamatório generalizado com leucocitose, neutrofilia e hiperfibrinogenemia.

Alterações Radiográficas:

Hipertrofia da membrana sinovial;
Erosão da cartilagem articular;
Formação de osteófitos periarticulares;
Subluxação, luxação ou deformação das articulações envolvidas;
Diminuição da densidade óssea;
Formação de “pannus”;
Anquilose fibrosa das articulações afetadas (em casos severos).
Alterações Citológicas e Bioquímicas do Fluido Sinovial:

Cor: amarelo ao hemorrágico;
Aspecto: levemente turvo a turvo;
Viscosidade: reduzida;
Hemácias: raras a algumas;
Leucócitos: 10.000 a 30.000 com predomínio de neutrófilos íntegros;
Microrganismos: ausentes;
Dosagem de glicose: 0,5 a 0,8 g/dl;
Dosagem de proteína: acima de 4,8 g/dl.
Alterações Histológicas:

Hiperplasia das vilosidades sinoviais;
Infiltrado inflamatório linfo-plasmocitário e exsudação de fibrina;
Focos de necrose, infiltração de neutrófilos.
Bibliografia:

1. BIRCHARD, S. J. & SHERDING, R. J.: Saunders Manual of Small Animal Practice. 1st ed. Saunders, Philadelphia, Pennsylvania, 1994. pp 1104-1107.
2. CARLTON, W. W.& McGAVIN, M. D.: Special Veterinary Pathology. 2nd ed. Mosby, St. Louis, Missouri, 1995. pp 454-455.
3. COWELL, R. L. et al. Diagnostic Cytology and Hematology of the dog and cat. 2nd .ed. Mosby, St. Louis, MO, 1999. pp 104-118.
4. ETTINGER, S. J.: Tratado de Medicina Interna Veterinária. 3a ed. Manole, São Paulo, SP, 1992. pp 2480-2481.
5. SODIKOFF, C. H.: Laboratory Profiles of Small Animal Diseases. 2nd ed. Mosby, St. Louis , MO, 1995. pp 104.
6. FERREIRA, A. W. & ÁVILA, S. L. M.: Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Auto-Imunes. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, RJ, 1996. pp 286-287.

 

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