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Magnetoterapia

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Magnetoterapia

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Uma nova opção na fisioterapia animal: breve histórico

A magnetoterapia é o emprego da terapia a através de campos magnéticos de baixa freqüência. A derivação da palavra pode ter duas origens, da cidade de Magnésia, onde era abundante o metal magnetita ou de um pastor do século X , Matinês, observador que minerais aderiam a pregos em seu calçado. A utilização do magnetismo na terapia tem registros em Egito Antigo, asirios e persas, hindus e chineses até mesmo antes de Cristo.

Relatos de tempos antigos mostram utilização por Cleópatra, em banhos de argila. Eram também descritas a utilização de magnetita e ferro polarizado magneticamente, em forma de amuletos de escaravelhos que pregavam saúde e felicidade. Assim, os sacerdotes egípcios através dos conhecimentos mais rudimentares das forças magnéticas as utilizavam de muitas formas.

Na Pérsia descrevia-se o uso de magnetos para Gota e estados espásticos. Na Grécia Hipócrates usou a magnetita para tratamento de afecções obstétricas, intestinais, cólicas e flatulências. . Assim se seguiu também com diferentes usos e relatos em Roma, Bizâncio e Arábia.Na época medieval se fazia aplicações por meio de magnetita em pó dissolvida em líquido ou uma pedra em cima do local afetado, com indicações para fraturas, hidropesía, afecções ginecológicas e estados espásticos, além de diversos tipos de amuletos. No século XVI foi lançada a teoria do campo magnético da Terra e como assim era feita sua orientação. Já no ano 1600, W. Gilbert fez a publicação do primeiro livro sobre o magnetismo , com suas observações e experiências, em De Magnete .

Durante muitos anos, o estudo dos fenômenos magnéticos esteve restrito. Até 1819, não havia sido mostrada conexão alguma entre os fenômenos elétricos e magnéticos. Naquele ano, o cientista dinamarquês Hans Christian Oersted (177-1851) observou que um imã pivotado (um agulha de bússola) era defletido quando colocado na vizinhança de um fio por onde passava uma corrente elétrica. Doze anos mais tarde, depois de tentativas que se estenderam por vários anos, o físico inglês Michael Faraday (1791-1867) verificou que aparecia uma corrente momentânea em um circuito quando, em um circuito vizinho, se iniciava ou se interrompia uma corrente.
Pouco depois, seguiu-se a descoberta de que o movimento de um imã se aproximando ou se afastando de um circuito produziria o mesmo efeito. Joseph Henry (1797-1878), um cientista americano que veio a ser, mais tarde, havia se antecipado de cerca de uma às descobertas de Faraday; como este último foi o primeiro a publicar os seus resultado, os créditos são-lhe, usualmente, atribuídos. O trabalho de Oersted demonstrou, pois, que efeitos magnéticos podiam ser produzidos por cargas elétricas em movimento, enquanto os de Faraday e de Henry mostraram que correntes podiam ser produzidas por imãs em movimento.

Nos próximos séculos se seguiram os estudos com Campos Magnéticos Elétricos, com proteínas, colágenos, ossos. No século XX, diversos pesquisadores comprovavam sua eficácia em processos de regeneração óssea e outros efeitos biologicos. A partir de 1970 realizaram-se estudos clínicos e terapêuticos do uso dos campos magnéticos de baixa freqüência. Em 1978 acorreu o Primeiro Congresso Internacional de Magnetomedicina, na Itália, onde foram apresentados os primeiros resultados concretos em investigações clinicas. Em 1992, o Congresso foi realizado em Orlando onde foram estabelecidas as primeiras dosificações para esta terapia.

No século XX o tratamento por campos magnéticos foi muito difundido, com os avanços e descobertas subsequentes, porém também ganhou a crença popular , com uso de imãs magnéticos de todos os tipos, e assim com uso incorreto o que levou um descrédito da técnica até mesmo no meio acadêmico. Atualmente a terapia tem grande uso, principalmente em fisioterapia mas ainda apresenta muito uso popular como uma terapia holística e charlatanismo que envolve sua utilização. Seu emprego de forma adequada fornece grandes benefícios ao paciente, que incluem desde relaxamento até auxilio na reparação de fraturas e osteoporose.

Autora: Maira Rezende Formenton

Gato em bobima de magnetoterapia

 Gato em terapia com campos magnéticos pulsáteis, bobina circular.

Bibliografia:
BARROCA, E. , Electrofifiatría, Fundamentos y aplicaciones clinicas.
BROMILEY, M. W. , Physioterapy in Veterinary Pratice, 1991.
GROSS, D.M., Canine Physical Therapy.
MIKAIL, S. et al. Fisioterapia Veterinária. Barueri, São Paulo: Manole, 2006
MILLIS, D. , LEVINE, D., BOCKSTAHLER, B. Essential Facts of Phyfioterapy in Dogs ans Cats, 2004.

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One Response to “Magnetoterapia”

  1. Muito bacana! Esta terapia fez muitos avanços no tratamento de minha gata!

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