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Palestra Manutenção e terapia das Osteoartroses

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Palestra Manutenção e terapia das Osteoartroses

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Palestra Manutenção e terapia das Osteoartroses

Nosso próximo evento: “Manutenção e Terapia das Osteoartroses”, será realizado dia 03/10 e proferida pela MV Maira Rezende Formenton. Confirme sua presença! Participe!!

 

aula osteoartrose

aula osteoartrose

 

 

Abaixo um artigo para os veterinários, sobre a fisioterapia na osteoartrose!

Esperamos por vocês!!

 

Artigo pela Dra Maira Formenton, publicado em sua coluna na revista Nosso Clínico

Manejo da Osteoartrose

A osteoartrose (OA) e uma doença degenerativa que aco- mete as articulações sinoviais, sendo suas características al- terações na cartilagem articular como: fissuras, microfratu- ras, cistos e esclerose do osso subcondral, além da forma- ção de osteófitos periarticulares.

A etiologia não esta totalmente elucidada, porém esta re- lacionada a microtraumas frequentes, cargas excessivas so- bre as articulações, fatores hereditários, metabólicos e endo- crinopatias, que podem influenciar no surgimento e na evo- lução da doença.

Os sinais clínicos estão associados a uma diminuição da qualidade de vida de nosso paciente, pois apresenta rigidez articular e dor. A claudicação é o maior comum, o que pode acompanhar atrofia da musculatura relacionada ao local aco- metido, com possível deformidade e até a perda progressiva da função.

Na veterinária, afecções como displasia de cotovelo e co- xofemoral são as principais causas, juntamente como luxa- ção patelares e tratamentos de ruptura de ligamento cruzado cranial (cirúrgico ou não), que proporcionam a longo prazo a alteração da bioemecânica articular e o aparecimento da os- teoartrose. A obesidade tem sido uma das causas também idenficadas em cães e gatos pela sobrecarga articular.

Além disso, o aumento da expectativa de vida dos ani- mais domésticos reflete na demanda de atendimentos a pa- cientes geriátricos, onde a OA é uma das afecções ortopédi- cas mais relevantes.

O tratamento consiste em tentar reduzir o avanço da de- generação da cartilagem, controle da dor e melhora da mo- bilidade, resultando assim no incremento da qualidade de vida dos nossos pacientes.

O uso de AINES e analgésicos são indicados, porém não são um tratamento definitivo. A suplementação com condroi- tina e glicosaminoglicanos também é referida em muitos tra- balhos para reduzir os efeitos degenerativos a longo prazo sobre a articulação. O uso de antiartrósicos, como a diacerei- na, pode ser benéfico. No entanto, estes são tratamentos de suporte e não devem ser a única escolha, mas devem ser associados a fisioterapia para que possa realmente aliviar os sintomas de forma a tratar a causa.

A fisioterapia age em diversas fases da OA. Na fase agu- da ou em reagudizações, pode controlar a inflamação e im- pedir o avanço da doença de forma aceitável.

Além disso, os exercícios controlados e sem impacto nas articulações acometidas melhoram e aumentam a força mus- cular, endurance, amplitude, funcionalidade e ainda auxiliam no aumento da densidade óssea e no restabelecimento da biomecânica articular.

Diversas técnicas são aplicadas

A eletroterapia (TENS/Corrente Interferencial) age na dor articular e por isso possibilita o posterior alongamento e exer- cícios.

O Ultrassom pode ajudar a ganhar amplitude da região acometida. Põe ser usado na forma de calor profundo antes da mobilização ou em sua forma pulsada, onde atua como um potente antiinflamatório e ativador da microcirculação.

A laserterapia atua no controle da dor e também na infla- mação, além de agir no restabelecimento dos condrocitos.

Ainda como alternativa temos a magnetoterapia (ação anti- inflamatória, analgésica e acelera o processo de recupera- ção) e a massoterapia indicada nas contraturas musculares compensatórias.

Todas estas técnicas dão sustentação para o objetivo fi- nal dos exercícios de fortalecimento e aumento de amplitude. Os alongamentos são essenciais e na veterinária trabalha- mos mais facilmente com alongamentos assistidos. O alonga-

mento deve ser associado aos exercícios de baixo impacto. Exercícios isométricos são indicados na fase inicial pois são bem tolerados. Em um segunda fase são indicados exer- cícios ativos assistidos ou não, sempre respeitando o limite do paciente.

hidroterapia para artrose na coxofemoral por displasia coxofemoral - Fisioanimal

hidroterapia para artrose na coxofemoral por displasia coxofemoral – Fisioanimal

A hidroterapia nestes casos torna-se um exercício ideal pois promove o adequado fortalecimento e movimentação articular com pouco ou nenhum impacto. A hidroesteira mui- tas vezes é a eleita pela facilidade e controle sobre o exercí- cio, porém a natação controlada é igualmente indicada.

Por fim, muitas vezes é indicado associação com outras técnicas como a acupuntura e a quiropraxia, que podem aju- dar no controle da dor e otimizar a resposta do paciente a terapia.

Controlar a osteoartrose muitas vezes pode ser um desa- fio na clínica médica, porém diversas técnicas podem nos ajudar a trazer qualidade de vida para o animal e a certeza que oferecemos o melhor tratamento a nosso paciente.

Palavras-chaves: osteoartrose, fisioterapia, reabilitação

 

 

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