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Artigo sobre Radiologia

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cavaletti, F.C., Silva, T.R.C., Urtado, S.L.R.

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS ACHADOS RADIOGRÁFICOS DOS EXAMES SIMPLES E CONTRASTADOS (MIELOGRAFIA) EM CÃES PORTADORES DE LESÕES MEDULARES.  Departamento de Radiodiagnóstico do Instituto Veterinário de Imagem. 
Introdução: Dentre os exames complementares para avaliação da coluna vertebral, o estudo radiográfico simples e contrastado (mielografia) é de vital importância para o diagnóstico de alterações medulares, assim como a determinação do local e extensão das lesões. Neste estudo procuramos comparar os achados radiográficos de cães portadores de alterações neurológicas da coluna vertebral, visando obter maiores informações que pudessem embasar os achados clínicos desses pacientes. Material e método: Realizamos o levantamento radiográfico em 198 cães, no período de 1995 a 2005, mostrando a freqüência das lesões medulares quando comparadas radiografias simples e contrastadas. Os animais submetidos às mielografias foram anestesiados com protocolos variados, de acordo com a avaliação prévia do médico veterinário responsável, porém a manutenção anestésica foi realizada com Isoflurano. Anteriormente à administração do contraste é padronizado pelo instituto, o estudo radiográfico simples do segmento cervical, torácico, tóraco-lombar e lombar da coluna vertebral. O contraste utilizado é o Ioexol 300mgI/ml (Omnipaque™), na dose de 0,4ml/kg não ultrapassando o máximo de 9,0ml por animal. A administração é realizada através da punção cervical na cisterna magna e posteriormente, caso haja necessidade, punção lombar no espaço subaracnóideo, preferencialmente entre a quinta e sexta vértebra lombar. O equipamento radiológico utilizado é um Tecno-design 500Ma/125Kv de alta freqüência, ânodo giratório e mesa bucky flutuante, com filmes e chassis Kodak de tamanhos apropriados. Após a aplicação do contraste é realizado um novo estudo radiográfico das regiões supracitadas, em projeção látero-lateral, ventro-dorsal e caso haja necessidade as obliquas, em dorso-extensão e ventro-flexão.
Resultados: Todos os animais estudados apresentaram alterações em algum segmento da coluna vertebral perante as radiografias simples. Nas mielografias, 31 (15,6%) cães não apresentaram sinais de compressão medular; 142 (71,7%) mostraram sinais variados de compressão medular extradural; 08 (4,0%) com lesões intramedulares e 17 (8,5%) apresentaram resultados inconclusivos, devido a fatores como processo inflamatório local ou insucesso da punção lombar. Das 142 compressões extradurais, 54 (38%) localizaram-se na região cervical; 27 (19%) na torácica; 44 (30,9%) na tóraco-lombar e 17 (11,9%) na lombar. Quanto ao tipo de lesão extradural, 113 (79,5%) cães apresentaram casos de discopatias, sendo 81 (71,6%) protrusões e 58 (51,3%) extrusões; 13 (9,1%) casos de compressões extradurais foram relacionados a fraturas e luxações e 16 (11,2%) a outras alterações como neoplasias, hipertrofia ligamentar e hematomas ou hemorragias.
Conclusão e discussão: Observamos que as lesões extradurais representam grande incidência das alterações medulares. Em alguns casos, a associação de outros exames complementares de imagem torna-se imprescindível para o diagnóstico definitivo da lesão. A mielografia desempenha importante papel no auxilio a neurologia clínica e cirúrgica. Apesar do advento da tomografia computadorizada, este exame radiográfico continua sendo de vital importância na visualização de compressões medulares, assim como, na determinação do grau de severidade das lesões. Entretanto, a tomografia é cada vez mais utilizada na medicina veterinária para esclarecerem achados das mielografias convencionais, particularmente quanto houver presença de edema medular importante, tornando a associação dos dois exames imprescindível no diagnóstico definitivo de algumas lesões medulares.

 

fonte : www.ivi.vet.br

Seja Bem Vindo a Fisioanimal!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Bem vindo!!!!

Criado pela Dra. Maira R. Formenton, este site tem por objetivo divulgar a fisioterapia veterinária, assim como suas aplicações e evidenciar seus benefícios, trazendo diversas informações aos proprietários de animais e aos profissionais da área.

Em A Fisioterapia Animal você encontra a definição desta especialidade veterinária, bem como seus objetivos e benefícios . Já na parte de técnicas utilizadas há uma breve descrição das modalidades fisioterápicas aplicadas nos animais, com fotos e vídeos ilustrativos.

Em Casos Selecionados, você pode acompanhar a evolução de alguns animais, em diversas doenças. Nesta sessão, mostramos como a fisioterapia pode melhorar, e muito, a qualidade de vida dos animais, sendo, na maiora dos casos, a melhor opção de tratamento.

Em Dicas e no blog (abaixo) você encontra informações sobre diversos assuntos, de fisioterapia a comportamento animal. Esta parte é dedicada aos proprietários, atualizada constantemente com novos posts.

Em Artigos, dedicado aos profissionais da área, você encontra artigos recentemente publicados em revistas cientificas especializadas e ligados à fisioterapia.  No blog (abaixo) você também pode encontrar artigos destacados relacionados ao assunto.

Em Parcerias encontramos clínicas e ONGs que se associam à Fisioanimal oferecendo a fisioterapia com uma das opções aos animais.

Finalmente em Sobre a Dra. Maira encontramos um breve currículo, com suas referências, cursos e experiências profissionais.

Jingo e Bel após sessão de fisioterapia em domicilio.
Jingo e Bel após sessão de fisioterapia em domicilio.

Em Contato você encontra um canal de comunicação para dúvidas, sugestões e prestação de serviço. Se seu animal precisa de cuidados especiais, fale conosco e agende uma consulta. Teremos o prazer de oferecer o melhor para seu pet.


Enfim, agradecemos previamente sua visita e esperamos que possa encontrar toda informação que precisa.

Dra. Maira Rezende Formenton

Registro Geral de seu Animal

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Assim como temos que ter nosso Registro Geral ( RG), nossos amigos cães e gatos também tem que ter o seu. Ele se chama Registro Geral Animal ( RGA) e é obrigatório por lei em São Paulo (Lei Municipal 13.131/2001).

 
Ele é um número, assim como o nosso o levamos na carteira,  deve estar sempre na coleira do cão ou gato. 

Através do número do RGA o CCZ ( Centro de Controle de Zoonozes) consegue localizar o dono do animal caso ele esteja perdido e  seja recolhido, além de obter dados mais precisos sobre a população canina e felina.

A obtenção do RGA de seu amigo é muito fácil. É só comparecer ao CCZ ou em uma das clínicas conveniadas com os documentos a seguir:

  • Comprovante de residência.
  • CPF.
  • RG.
  • Atestado de vacina contra raiva emitido e assinado por médico veterinário ou comprovante do Centro de Controle de Zoonoses do município expedido nos 12 meses anteriores ao RGA.

A seguir, em anexo a lista das clínicas cadastradas

http://www.fisioanimal.com/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/ico_excel.gif Download: Clinicas Veterinárias Conveniadas RGA (24.5KB)
Data: 21/08/2009
Cliques: 275
Descrição: Clinicas Veterinárias Conveniadas RGA

Site do Programa de Saúde Animal do CCZ:

http://www.programasaudedoanimal.ig.com.br/home-ccz.php

 

Artigo sobre Laserterapia

terça-feira, 9 de junho de 2009

ATUALIDADES DO EFEITO ANALGÉSICO APÓS APLICAÇÃO DO LASER DE BAIXA POTÊNCIA

 

Carla F. Marzullo¹, Ana Cláudia P. Peres², Mônica L. Shah³, Renata A. Nicolau4
1,2,3,4 Laboratório de Biomodulação Tecidual /Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento – IP&D
Universidade do Vale do Paraíba-UNIVAP
Avenida Shishima Hifumi, 2911, Urbanova, São José dos Campos – SP, CEP 12244-000
carlamarzullo@terra.com.br, anaclaudiapaneque@hotmail.com, moshah3@gmail.com, rani@univap.br

Resumo – A dor é um dos sintomas mais freqüentes em diversas condições patológicas. A terapia com laser de baixa potência (LBP) tem se mostrado eficaz, e a escolha apropriada da dose, comprimento de onda, tempo de aplicação e local específico são parâmetros importantes para redução da dor, dos pontos de tensão, normalização da circulação, aumento da formação de colágeno em tecidos traumatizados. Neste estudo foi realizada uma revisão da literatura através de artigos pesquisados em bancos de dados on-line sobre o tratamento da dor com a terapia com LBP. O objetivo foi realizar uma revisão bibliográfica, dos últimos cinco anos, para verificar o efeito analgésico do LBP em diversas patologias causadoras de dor. E através dos resultados obtidos pode-se concluir que a terapia com LBP tem sido eficaz na redução da dor.
Palavras-chave: Laser de baixa potência, dor.
Área do Conhecimento: Ciências da saúde.

Introdução

Segundo a International Association for the Study of Pain, a dor é definida como uma experiência sensitiva emocional desagradável, associada ou relacionada com a lesão real ou potencial dos tecidos. Cada indivíduo aprende a utilizar esse termo através de suas experiências anteriores (YENG et al., 2005). A dor pode ser considerada como um sintoma ou manifestação de uma doença ou afecção orgânica, mas também pode vir a constituir um quadro clínico mais complexo. Ela pode ser classificada, considerando a duração de sua manifestação, em 3 tipos:
- dor aguda: manifesta-se transitoriamente durante um período relativamente curto, de minutos a algumas semanas, associado a lesões em tecidos ou órgãos.
- dor crônica: tem duração prolongada que pode se estender de vários meses a vários anos e que está quase sempre associada a um processo de doença crônica.
- dor recorrente: apresenta períodos de curta duração que se repetem com frequência, podendo ocorrer durante toda a vida do indivíduo, mesmo sem estar associada a um processo específico (SAASTAMOINEN et al., 2005; DUDGEON et al., 2005).
O mecanismo da dor acontece logo após um traumatismo, inflamação ou outro fator, quando as terminações nervosas existentes no local afetado conduzem o estímulo doloroso por nervos até a medula espinhal. Deste local, o estímulo é levado até diferentes regiões do cérebro, onde é percebido como dor e transformado em respostas a este estímulo inicial. Esse mecanismo é regulado por um conjunto de substâncias produzidas no sistema nervoso, tais como, a serotonina e as endorfinas, que agem sobre o sistema de transmissão da dor, aumentando ou diminuindo a sensação dolorosa (VILAS et al., 2003; HASTIE et al., 2005).
O laser de baixa potência vem sendo utilizado como modalidade terapêutica em várias condições patológicas, com objetivo de acelerar a cicatrização, promover a regeneração tecidual, diminuir a inflamação e aliviar a dor (GUR et al, 2002; ÖZDEMIR et al., 2001; ENWEMEKA et al., 2005). A irradiação laser estimula as mitocôndrias celulares, promovendo um aumento na produção de ATP intracelular; favorece a produção de ácido araquidônico e a transformação de prostaglandina em prostaciclina, justificando sua ação antiedematosa e antiinflamatória; promove aumento da endorfina circulante proporcionando o efeito analgésico na dor inflamatória. Alguns estudos sugerem que os laseres infravermelhos com comprimento de onda 820-904 nm, como o GaAs e o GaAlAs podem ser mais eficazes para a analgesia (MATERA et al., 2003; MAROVINO, 2004). O comprimento de onda, densidade de potência, intensidade de energia e o tempo de aplicação da terapia LBP são parâmetros importantes, que determinam o sucesso da terapia. Há escassez de estudos quanto à seleção apropriada do comprimento de onda e dose do laser a ser utilizado (CHOW et al., 2004; HAKGÜDER, et al., 2003).
X Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e
VI Encontro Latino Americano de Pós-Graduação – Universidade do Vale do Paraíba
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O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica, dos últimos cinco anos, sobre o efeito analgésico da terapia LBP em diferentes condições patológicas causadoras de dor.
Materiais e Métodos
Foram pesquisados artigos publicados nos últimos cinco anos, nos quais a terapia com LBP foi utilizada para o tratamento da dor. Esses artigos foram obtidos em pesquisas on-line, nos seguintes bancos de dados: Medline, Pubmed e Isi of Science.
Os critérios de inclusão foram:
• Estudo in vitro envolvendo células e tecidos.
• Estudos de casos clínicos.
Resultados
Dos trabalhos revisados 33,3% estudaram dor aguda e 66,6% dor crônica. Na dor aguda, foram utilizados o laser infravermelho (60%) e o vermelho (40%); na dor crônica, todos os trabalhos utilizaram o laser infravermelho (100%).
Os trabalhos com dor aguda que utilizaram o laser infravermelho no modo pulsado (40%) empregaram energias maiores que os laseres utilizados no visível com resultados mais expressivos.
Pode-se constatar que dos trabalhos estudados, 80% mostraram efeito positivo no que se refere à diminuição de dor, e 20% tiveram resultado nulo.
Entre os artigos, 86,6% aplicaram a terapia apenas com um tipo de laser, e 13,3% utilizaram ou diferentes laseres ou diferentes parâmetros do mesmo laser, sendo que o laser mais utilizado foi o infravermelho (77,7%).
A dosagem é um parâmetro importante, que quando não descrito pode causar mal entendimento dos resultados, o que ocorreu em um dos trabalhos revisados (MONTICONE, 2002), onde o autor não descreve claramente os parâmetros utilizados e mostra um resultado nulo na diminuição da dor, o que dificulta o entendimento desse resultado.
Nos 15 trabalhos revisados a dosagem variou de 0,65 – 35J, sendo na dor crônica de 0,65 – 9J e na dor aguda de 4 – 35J. A maior dosagem utilizada foi de 35J em dor aguda, para mucosite oral.
A potência encontrada nos artigos revisados variou de 4,2 – 300 mW, não sendo inferior a 4mW em nenhum estudo.
A literatura é conflitante no que se refere a um seguimento de investigação ou linhas de estudo congruentes.
X Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e
VI Encontro Latino Americano de Pós-Graduação – Universidade do Vale do Paraíba
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Discussão
Este trabalho de revisão revelou que a literatura sobre a terapia com LBP é desigual e controversa em muitos estudos. Vários tecidos respondem diferentemente a diversas freqüências de estímulo. Há discrepância também nas doses de energia aplicadas, nas técnicas terapêuticas, e na evolução dos tratamentos (GUR et al., 2003).
Os trabalhos são realizados utilizando vários tipos de LBP (HeNe, GaAlAs) com diferentes comprimentos de ondas e regimes terapêuticos, dificultando a comparação de resultados e a formulação de uma teoria lógica sobre possíveis mecanismos de ação em nível de sistemas biológicos (FERREIRA et al., 2005).
Em estudos recentes, muitos autores têm relatado significante redução da dor em casos clínicos de dor aguda e crônica, como na artrite reumatóide, na osteoartrite cervical, nas dores pós-operatórias, na fibromialgia, e nas dores lombares. Entretanto, alguns autores não tiveram êxito em demonstrar diminuição da dor em patologias músculo-esqueléticas, como espondilite e dor miofascial no pescoço (KREISLER et al., 2004; ALTAN et al., 2005), provavelmente devido ao fato de terem utilizado uma freqüência ou dose elevadas (ALTAN et al., 2003;TULLBERG, et al., 2003).
No atual estudo foram analizadas condições patológicas causadoras de dor, sendo encontrado quatro estudos com dor aguda e onze estudos com dor crônica.
Nos estudos com dor aguda, onde foram utilizados os laseres infravermelhos, pode-se observar uma ação mais efetiva na redução da dor (KREISLER et al., 2003; MATERA et al., 2003; NES; POSSO, 2005; GUR et al, 2004-2003; HAKGÜDER et al, 2003; ÖZDEMIR et al., 2001; CHOW et al, 2004) principalmente quando utilizado no modo pulsado (MATERA et al., 2003; NES; POSSO, 2005) com uma energia maior (35J). Já nos estudos que utilizaram laser vermelho os resultados não foram tão eficazes (NAESER et al., 2002; MONTICONE et al., 2002; FERREIRA et al., 2005).
Os trabalhos revisados que mostraram resultados nulos não descrevem claramente os parâmetros do LBP (MONTICONE et al., 2002). Provavelmente uma dosagem específica para efeito antiinflamatório é uma explicação para os resultados positivos na diminuição da dor. Para redução da dor crônica é necessário ajuste dessa dosagem, obtendo uma diminuição de prostaglandinas. Esses efeitos são conseguidos com doses que variam de 0,4-19J e densidade de potência de 5 – 21,2 mW / cm² (BJORDAL et al., 2003).
Observa-se em todos os artigos de dor crônica, que o laser utilizado foi um infravermelho, por seu comprimento de onda permitir atingir maiores profundidades de tecido, sendo assim mais eficaz na analgesia, principalmente em medicina e fisioterapia, onde a barreira óptica da pele está presente na maioria das situações patológicas. Verificou-se que o laser no modo pulsado causa melhor efeito analgésico.
Constatou-se que nos últimos anos foram desenvolvidos poucos trabalhos sobre a terapia com laser de baixa potência no estudo da redução da dor.
A maioria dos trabalhos é realizada em seres humanos provavelmente pela dificuldade de se avaliar a analgesia em animais. Contudo o instrumento mais utilizado para se analisar os resultados é a Escala Analógica de Dor, a qual é um instrumento pouco preciso.
Devido à escassez de trabalhos sobre o assunto, no período analisado na revisão bibliográfica, não foi possível padronizar uma única condição patológica para este trabalho de revisão.
Outro aspecto importante que foi analisado, entre os trabalhos revisados, é que não há uma metodologia similar, o que dificulta encontrar um consenso entre elas e seguir as normas para revisão bibliográfica com a terapia de LBP segundo a Associação Mundial de Terapia com Laser.
Os trabalhos mostraram que a dose e o comprimento de onda são parâmetros importantes para se conseguir efeitos terapêuticos positivos, porém a maioria dos trabalhos falha em descrever esses parâmetros (MAROVINO, 2004).
Conclusão
Através dos resultados obtidos nas diferentes patologias e protocolos apresentados conclui-se que a terapia de laser de baixa potência parece ser eficiente na redução da dor.
Porém novos estudos são necessários para se estabelecer um protocolo para utilização analgésica do laser em diferentes situações clínicas.
Referências
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X Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e
VI Encontro Latino Americano de Pós-Graduação – Universidade do Vale do Paraíba
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-CHOW, R. T.; BARNSLEY,L.; HELLER, G.Z.; SIDDALL, P. J. A Pilot Study of Low Laser Therapy in the Management of Chronic Neck Pain . Journal of Musculoskeletal Pain 12 (2): 71-81, 2004.
-DUDGEON B. J.; EHDE D.M.; CARDENAS D. D.; ENGEL J. M.; HOFFMAN A. J.; JENSEN M. P. Describing Pain With Physical Disability: Narrative Interviews and the McGill Pain Questionnaire. Arch Phys Med Rehabil 86: 109-115, 2005.
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-FERREIRA D. M.; ZÂNGARO R. A.; VILLAVERDE B.; CURY Y.; FRIGO L.; PICCOLO G.; LONGO I.; BARBOSA D. G. Analgesic Effect of He-Ne (632.8 nm) Low-Level Laser Therapy on Acute Inflammatory Pain. Photomed and Laser Surg 23 (2): 177-181, 2005.
-GUR, A .; KARAKOC, M.; NAS, K.; CEVIK,R.; SARAC, J.; KARAKOC, M.; NAS, K. Efficacy of Low Laser Therapy and Exercise on Pain and Functions in Chronic Low Back Pain. Lasers in Surg and Med 32: 233-238, 2003.
-GUR, A.; CEVIK, R.; SARAC, J.; SARAC, A . J.; ALTIDAG, O. Efficacy of 904 nm Gallium Arsenid Low Level Laser Therapy in the Management of Chronic Myofascial in the Neck: A Double Blind and Randomised-Controlled Trial. Lasers in Surg and Med 35: 229-235, 2004.
-GUR, A.; KARAKOC, M.; NAS, K.; CEVIK,R.; SARAC, J.; DEMIR,E. Efficacy of Low Laser Therapy in Fibromyalgia: A single-blind, Placebo-controlled Trial. Lasers Med Sci 17: 57-61, 2002.
-HAKGÜDER, A.; BIRTANE, M.; GÜRCAN, S.; KOKINO, S.; TURAN, F. N. Efficacy of Low Laser Therapy in Myofascial Pain Syndrome: An Algometric and Thermographic Evaluation. Lasers in Surgery and Medicine 33: 339-343, 2003.
-HASTIE B.A.; RILEY III J. L.; ROBINSON M. E.; GLOVER T.; CAMPBEL C. M.; STAUD R.; FILLINGIM R. B. Cluster Analyses of Multiple Experimental Pain Modalities. Pain 116: 227-237, 2005.
-KREISLER, M.B.; HAJ, H.L.; NOROZI, N.; WILLERSHAUSEN, B.; HOEDT, B. Efficacy of Low Laser Therapy in Reducing Postoperative Pain after Endodontic Surgery – A Randomised Double Blind Clinical Study. Int. J. Oral Maxilofac. Surg. 33: 38-41, 2004.
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-SAASTAMOINEN P.; LEINO-ARJAS P; LAAKSONEN M; LAHELMA E. Socio-economic Differences in the Prevalence of Acute, Chronic and Disabling Chronic Pain Among Ageing Employees. Pain 114(3): 364-71, 2005.
-TULLBERG, M.; ALSTERGREN, P. J.; ERNBERG, M. Effects of Low-power Laser Exposure on Masseter Muscle Pain and Microcirculation. Pain 105: 89-96, 2003.
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Fisioterapia Gordinez

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Realizado sessao de laser, US continuo e  alongamento membros posteriores