ACUPUNTURA VETERINÁRIA

Acupuntura em cães e gatos

Acupuntura em cães e gatos

A Acupuntura é o método terapêutico da Medicina Tradicional Chinesa mais conhecido no ocidente, que visa a restauração e a manutenção da saúde, através do equilíbrio energético do organismo.

Consiste no estímulo de  pontos determinados do corpo, os acupontos, através da inserção de finas agulhas de aço inox ou através de outras técnicas de estímulo. A Medicina Tradicional Chinesa e a Medicina Alopática (Ocidental) NÃO são incompatíveis, podem e devem ser associadas visando à obtenção de melhores resultados.

A associação da Medicina Tradicional Chinesa e Homeopatia, pode ser feita de forma sinérgica acelerando o processo de recuperação do paciente.

Principais Indicações:

  • Distúrbios Musculares, Tendinosos, Articulares e Esqueléticos

(Ex: dores lombares e cervicais, hérnias de disco, osteoartrite, displasia coxo-femoral, claudicação em geral, tendinite, dor ciática, lesões ligamentares)

  • Distúrbios Neurológicos

(Ex: seqüelas de cinomose, epilepsia, paralisias faciais, paralisias centrais e periféricas, paresias subseqüente de isquemias cerebrais, neuropatias periféricas com déficit motor ou alterações sensitivas)

  • Distúrbios Funcionais

(Ex: problemas cardíacos e circulatórios, insuficiência renal e hepática, incontinência urinária e fecal, alterações metabólicas)

  • Sistema Respiratório

  • Dermatopatias

  • Imuno-estimulação

  • Pós operatório

Texto da Dra Thiana Tanaka -  Acupunturista Fisioanimal

-  Especialista em Acupuntura Veterinária pelo Instituto Bioethicus,

Botucatu – SP

- The Agricultural University of Hebei – China

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Como proceder em casos de fraturas em cães

A Dra. Elaine Pessuto é diretora clínica do CETAC
Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária ( www.cetacvet.com.br) . No vídeo abaixo, ensina de forma didática aos proprietários como proceder em casos de fraturas e outras emergências em pequenos animais.

cao enfaixadoEspero que ajude a todos que passam por estas infelizes situações com seus animais e assim facilite seu socorro preservando muitas vezes a vida com gestos simples e acessíveis!

Bom proveito!

http://noticias.uol.com.br/ultnot/bichos/primeiros-socorros/

Curso de Fisioterapia Veterinária

PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO – INSTITUTO BIOETHICUS

Curso reconhecido pelo MEC

INICIO EM AGOSTO/2012

O curso visa a formação de profissionais especializados para atender à demanda na área de Fisioterapia e Reabilitação Veterinária.

Conta com a participação dos mais renomados professores veterinários da área.

Inclui  atendimento a pacientes e um centro de fisioterapia completo para aprendizado dos alunos, com casos clínicos e enfoque em aulas práticas

Mais informações:

Instituto Bioethicus

(14)3814-6898/(14)3813-3898

www.bioethicus.com.br

cartaz fisio 2



O medo de fogos de artifício

fireworks

Se fogos de artifício já são extremamente barulhentos para os humanos, imagine para os cães, com sua audição mais sensível?

O medo dos fogos é bem comum entre os animais de companhia, principalmente os cães. Até mesmo um cão confiante pode se assustar com o som brusco e alto dos rojões. Felizmente, há algumas coisas que podemos fazer para minimizar um pouco o trauma de nossos peludos.

Como saber que meu cão está com medo?

Ao mero sinal de qualquer movimentação, o animal começa a ficar inquieto, andar de um lado para o outro, fica arredio, começa a choramingar e a latir. Em seguida, pode tremer, apresentar comportamento destrutivo, se esconder ou querer chamar sua atenção a qualquer custo.

Desensibilização

Procure mostrar o som de maneira controlada e paulatinamente. Por exemplo, você pode mostrar um vídeo que contenha fogos, começando com o som bem baixinho e por alguns minutos ao dia. É importante correlacionar o som dos fogos à algo que o cão goste, como um ossinho, bolinha ou brincadeira, que o deixe a vontade e interessado. Aos poucos, vá aumentando o barulho do vídeo, ainda por alguns dias, e continue fazendo a correlação positiva.

Neste site você encontra um vídeo de fogos de artifício e um arquivo de áudio.

Pode-se também criar um lugar aconchegante que o pet poderá se refugiar e se sentir seguro durante os fogos. Faça-o entender que ali é um lugar seguro e que nada acontecerá de ruim, podendo usar o estímulo positivo dos ossinhos ou comida. Certifique-se de que você não o está forçando a escolher e ficar em dado lugar e que não o forçe a sair, a não ser que ele queira.

Preparando o ambiente

Se você não puder ficar com ele durante o período dos fogos ou se acontecer no momento em que você não esteja em casa, é importante observar se no ambiente em que o cão fica existe algum fator de risco, como portas e portões de acesso a rua abertos, escadarias, janelas abertas ou qualquer móvel ou objeto que possa o machucar num momento de pânico. Não esqueça de manter seu cão com coleira e identificação, caso ele realmente consiga fugir.

O comportamento do humano

A maneira com a qual nós mesmo lidamos com a situação na qual o cão se assusta ou entra em pânico é importantíssima para a fixação do comportamento do cão.
É fundamental você não reaja aos fogos e tente distrair o cão daquele barulho. Entretanto, evite fazer carinho, pega-lo no colo, tentando assim protege-lo ou acalma-lo, pois ele entenderá estes sinais como recompensa, e isso acaba alimentando o medo e a probabilidade dele repetir o comportamento aumenta. Brigar com ele ou puni-lo pode surtir o mesmo efeito negativo. É interessante também procurar ajuda profissional para adestramento do cão e para saber como se comportar e manter o controle em situações assim.

Prevenção

Tente acostumar o animal a barulhos altos e situações que possam causar medo desde filhote. Lembre-se que situações, sensações e experiências que o cão tem na infância são levados para toda a vida. Mas faça isso com cuidado, para não surtir o efeito oposto.

E como último recurso…

Se nada disso deu certo ou o seu cão em caso de pânico torna-se um perigo para si e para quem estiver a sua volta, procure seu veterinário e consulte-o sobre medicamentos tranquilizantes.

Fonte:
Dogs and fireworks

About.com

Dog club

Guide dogs

Nervous dog

Ruptura de ligamento cruzado cranial em cães

As afecções ortopédicas nos cães são cada vez mais recorrentes na rotina veterinária, graças ao contato cada vez mais próximo dos nossos bichos conosco dentro de nossas casas, os novos hábitos (nem sempre desejáveis, mas decorrentes de uma rotina corrida ou tratamento diferenciado dos animais) e destacadamente devido às próprias raças e conformações características.fisioanimal

São marcantes as consequências desses incidentes: primeiro e mais importante pela dor associada a uma lesão ortopédica; discute-se muito hoje em dia sobre a dor como fator determinante no desgaste da qualidade de vida de humanos e também animais. Concomitantemente, instala-se um processo geral de prejuízos, comportando-se como uma cascata que aflige não só ao membro acometido, mas também ao organismo. Tratam-se desde inflamação, inchaço, manqueira até a instabilidade articular, reflexos musculares e vertebrais que levam muitas vezes às predisposições às lesões degenerativas.

Uma das afecções mais vistas e mais estudadas é a ruptura do ligamento cruzado cranial. Pode acontecer em virtude de traumas ou até mesmo fadiga progressiva das estruturas do joelho (KIM et al., 2008) . A manifestação mais comum é uma manqueira súbita, que pode ser subseqüente a um trauma e pode vir acompanhada ou não de vocalização (grito). Pode-se definir se houve lesão total ou parcial pela característica desta claudicação, permanente ou intermitente. Pode-se observar também inchaço do joelho. Animais com sobrepeso, que pulam muito, raças grandes ou que já tenham sofrido lesão em um dos joelhos estão na lista de maior risco (no último caso, por conta da sobrecarga, é maior a chance de se romper o contralateral) (BARCHAS, 2008). Caso não seja tratado apropriadamente, uma lesão parcial pode levar a uma total e então lesões de menisco e maior chance de degeneração articular, levando à artrose e grande comprometimento da região.

Tratamentofisioanimal

Existem várias técnicas usadas para a correção cirúrgica da ruptura do ligamento cruzado cranial como abordagens intraarticulares – substituição artroscópica do ligamento (MUZZI et al. 2009) ou utilização de implantes biológicos ou sintéticos (OLIVEIRA et al., 2003)– e extraarticulares – ancoragem, osteotomias corretivas (CTWO, TPLO, TTA, PTIO)(KIM et al., 2008), dependendo do caso, raça, peso do cão e outros fatores. O tratamento medicamentoso visando o controle da inflamação e dor também é preconizado.

A fisioterapia é indicada após a cirurgia, atuando na atrofia muscular, edema, controle da dor e promovendo resistência das estruturas do joelho, ajudando o cão a apoiar o membro o quanto antes. Dentro do protocolo fisioterapêutico são utilizados recursos como a crioterapia e eletroterapia em grupos musculares específicos (MUZZI et al., 2009). Outras modalidades, como a massagem, hidroterapia e alongamento podem ser associadas (SOUZA et al., 2006). Com a progressão da reabilitação e evolução do paciente, são agregados ao protocolo a cinesioterapia passiva e ativa (movimentação da articulação afetada) e o estímulo do uso do membro (apoio), além de exercícios, que deve ser feitos pelo profissional fisioterapeuta veterinário ou com a sua orientação.

Portanto, as lesões ortopédicas têm sua importância em evidência na medicina veterinária atual, principalmente nos estudos de reabilitação, e devem ser tratadas visando não somente o bem estar do paciente em questão da resolução do problema em si, mas também resguardando sua saúde, no que tange à prevenção de lesões degenerativas. A fisioterapia veterinária é uma ferramenta comprovadamente eficaz e pertinente, que abrange estas e muitas outras premissas do bem estar animal.

FONTES:
BARCHAS, E., DVM – Cruciate ligament injury in dogs. Available from  http://drbarchas.com/cruciate. Nov, 2008. Acess on 11 Nov. 2011.
CVVC http://chuckanutvet.com/services_view.cfm?cid=2
Lindsey Connell Animal Physiotherapy  Solutions
http://www.animalphysiosolutions.com.au/pdf/cranial_cruciate_ligament_injuries.pdf
KIM, S. E., POZZI, A., KOWALESKI, M. P. and LEWIS, D. D. (2008), Tibial Osteotomies for Cranial Cruciate Ligament Insufficiency in Dogs. Veterinary Surgery, 37: 111–125. doi: 10.1111/j.1532-950X.2007.00361.x
MUZZI, L.A.L.; REZENDE, C.M.F.; MUZZI, R.A.L.. Fisioterapia após substituição artroscópica do ligamento cruzado cranial em cães: I – avaliação clínica, radiográfica e ultrassonográfica. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec.,  Belo Horizonte,  v. 61,  n. 4, Aug.  2009 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-09352009000400007&lng=en&nrm=iso>. access on  11  Nov.  2011.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352009000400007.
OLIVEIRA, Simone Tostes de et al . Reparação do ligamento cruzado cranial de cães por tendão homólogo conservado em glicerina e associado a fio de náilon. Cienc. Rural,  Santa Maria,  v. 33,  n. 4, Aug.  2003 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782003000400021&lng=en&nrm=iso>. access on  11  Nov.  2011.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782003000400021.
SOUZA, Soraia Figueiredo de et al . Reabilitação em cães submetidos a artroplastia do joelho. Cienc. Rural,  Santa Maria,  v. 36,  n. 5, Oct.  2006 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782006000500017&lng=en&nrm=iso>. access on  11  Nov.  2011.  http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782006000500017.

Image: Maggie Smith / FreeDigitalPhotos.net

Image: photostock / FreeDigitalPhotos.net

Gatos usados em pesquisa contra Aids felina brilham à luz ultravioleta

Gatos usados por cientistas norte-americanos tiveram suas células alteradas para poder brilhar e, de quebra, resistir à versão do vírus da Aids responsável pela doença em felinos. O estudo foi publicado na revista científica ‘Nature Methods’.

O efeito luminoso é causado pelo presença de uma proteína fluorescente extraída de águas-vivas e acontece quando os felinos são expostos à luz ultravioleta. Já a proteção contra o FIV – a versão felina do HIV – é garantida pelo inclusão de um gene de macaco dentro do material genético dos gatos.fisioanimal

Conhecido como TRIMCyp, o gene do macaco faz a proteção externa do vírus ser destruída antes que ele consiga infectar as células dos felinos. Para colocar o material no corpo dos gatos, os cientistas alteram óvulos não fecundados. Neste momento, foram incluídos também os genes ‘fluorescentes’ de águas-vivas para que alterações dentro dos gatos pudessem ser rastreadas.

Os cientistas da Mayo Clinic, instituto responsável por desenvolver a pesquisa, afirmaram que os filhotes gerados pelos gatos geneticamente alterados também apresentaram os genes. A esperança dos pesquisadores é de que a herança genética continue a ser transmitida pelas próximas gerações desses mamíferos. A tecnologia também pode servir, no futuro, para a criação de novas estratégias para preservar as 36 espécies ameaçadas de gatos selvagens no mundo.

A Aids já matou 30 milhões de pessoas no mundo e ainda não há uma vacina ou cura disponivel para combater a doença que seja reconhecida pela comunidade científica e adotada na prática médica. A versão felina também já deixou milhões de gatos mortos.

Fonte:

G1.com

Corrigindo cães que mastigam o que não devem

5 Passos para Corrigir Cães que Mastigam Coisas Inapropriadasfisioanimal

por Kristy Conn

Este tipo de comportamento é comum em cães jovens e vem do fato dos filhotes usar suas bocas para explorar o mundo ao seu redor.

Mastigar é um comportamento normal para filhotes, mas torna-se indesejável quando direcionada a objetos inapropriados, como seus sapatos, mobilha, ou até mesmo seus pés e mãos. Se este comportamento não for corrigido, pode levar à destruição em larga escala na propriedade, problemas médicos e deterioração dos laços entre humano e animal.

Os dentes decíduos do cão nascem entre três e oito semanas de idade e, entre quatro e seis meses, são gradualmente substituídos pelos dentes permanentes. Este é um processo doloroso e os filhotes mordem mais neste período, pois as gengivas ficam muito irritadas, e mastigar alivia o desconforto.

O comportamento de mastigar acontece com mais frequência nesta época do aparecimento da dentição, mas se não for corrigido pode persistir, até mesmo depois da época dos dentes permanentes aparecerem.

Para isso, observe estas 5 regras:

1 – Descarte problemas médicos: deficiências nutricionais causadas por dietas pobres em nutrientes, problemas gastrointestinais ou parasitas intestinais podem levar ao distúrbio alimentar que pode levar à mastigação.fisioanimal

2 – Ambiente à prova de filhotes: procure por perigos em potencial para o seu filhote curioso. Mantenha produtos de limpeza fora do alcance, assim como plantas tóxicas. Cabos de energia devem ser protegidos para evitar choque elétricos. Esconda objetos como sapatos, brinquedos de criança e restrinja o acesso à cômodos que não foram preparados para o filhote.

3 – Encoraje-o a mastigar o que ele deve: disponibilize brinquedos apropriados para que ele possa mastigar. Cada cão tem sua preferência. Tome cuidado com ossos e brinquedos que possam sem quebrados em pequenas partes, o cão pode engolir e se machucar, se algum pedaço perfurar alguma estrutura interna ou interromper o fluxo normal de alimento e ar. Procure adquirir brinquedos adequados ao tamanho do seu animal, de maneira que ele consiga abocanhá-lo facilmente, sem forçar uma abertura exagerada da boca. Evite dar ao cão um objeto que lembre outro que ele não deveria mastigar, como um sapato velho; ele não conseguirá distinguir entre aquele que ele pode mastigar e o que ele não pode.

4 – Desestimule a mastigação em objetos inapropriados: se você pegar seu cão mastigando algo que não devia, esconda o objeto e direcione a atenção do cão para o objeto que ele pode mastigar. Às vezes pode ser difícil desencoraja-lo se este padrão já estiver estabelecido. Você pode aplicar algo que tenha um gosto ruim ao objeto, para ajudar.

5 – Gaste algum tempo para brincar com seu cão: um cão cansado é um bom cão! Reserve um tempo para brincadeiras e exercício com seu cão regularmente. Isto não só reforça os laços entre você e seu cão, mas gasta e energia do cão em algo positivo, e não a direciona para a mastigação e comportamento inapropriado.

Fonte:

www.cesarsway.com

tradução livre

Agility

O Agility é um esporte que teve como base e ‘inspiração’ as provas hípicas, e consiste na condução do cão (solto), através de um percurso formado por diversos obstáculos no menor tempo possível e cumprindo as regras impostas para cada um deles (não cometendo faltas).

Ainda filhotes, é pela brincadeira que o animal de estimação percebe o mundo, desenvolve confiança com o dono e aprende regras e limites para a convivência. Além do equilíbrio, o pet desenvolve a atenção e pode adaptar-se mais facilmente à rotina da casa, quando a brincadeira faz parte de seu dia-a-dia.

Além disso, com o exercício, é possível ajudar a manter o peso do seu pet numa faixa saudável (acompanhado sempre de uma dieta apropriada) e ajudar em distúrbios de ansiedade. Muitas vezes o cão que é muito bagunceiro ou que destrói a casa muitas vezes, na verdade, tem muita energia acumulada e ficando em casa muito tempo ocioso acaba procurando o que fazer. Praticando esportes, ele pode canalizar toda a energia em algo positivo, poupando a mobília. Assim todo mundo sai ganhando!

O Luke também pratica agility!

O Luke também pratica agility!

Nas provas de agility oficiais, somente cães com pedigree podem participar, diferente das provas informais. Mas de qualquer forma, cão e proprietário precisam passar por treinamento, pois o cão precisa saber obedecer e entender como passar pelos obstáculos. Durante o percurso não é permitido que o condutor toque no cão, apenas pode utilizar de comandos vocais.

Algumas categorias da reabilitação, como a fisioterapia e a quiropraxia, podem ajudar a melhorar o desempenho dos cães nos esportes como o agility, potencializando as respostas do corpo aos estímulos e reações, melhorando os reflexos e capacidade motora.

Enfim, é um esporte que faz bem tanto ao cão quanto ao dono, uma vez que promove a saúde e estreita os laços de amizade, confiança e cumplicidade!

Fontes:
www.dogtimes.com

http://zerohora.clicrbs.com.br